segunda-feira, 22 de junho de 2009

Paulicéia Desvairada

Não, ainda não estou em Lins. Motivos: vários. Mentira, nem é tanto assim. Bom, primeiro eu descobri na quinta-feira a noite da semana passada que o professor de Metodologia cancelou a prova e mandou a gente fazer um trabalho no lugar. Pra entregar quinta-feira agora. Nem é tão complicado assim, se eu tivesse lido os textos. Tenho que admitir que larguei Metodologia muito de lado esse semestre. Daí eu tirei os xerox agora com intenção de levar pra Lins e ler tudinho. E aí descubro esse trabalho. Sabia que cedo ou tarde eu me arrependeria de ter relaxado na matéria...

Enfim, daí agora preciso fazer esse bendito trabalho. Eu posso pedir pra alguém entregar pra mim quando eu terminar, logo não precisaria ficar aqui até quinta. Aí vem o outro motivo. Eu tô aqui ansiosa, esperando que o pessoal do MAE ou do MP me liguem pra falar do projeto lá, que eu tô tentando conseguir a bolsa. Já falei disso aqui né? Sei lá, mas o lance é que é a última etapa do processo: uma entrevista com o candidato à vaga. O MP já pediu meu telefone de contato, mas ainda não ligaram. O pior é que o que eu quero mesmo é o MAE, não só porque é a área que eu gosto, mas porque é perto. O MP se pá nem vira, porque o que eu vou ficar gastando com ônibus até lá não vai compensar a bolsa. Fora o tempo gasto.

Bom, chega dessas coisas; vamos ao que interessa: os passeios. Sábado fui na Paulista com o Gabriel, a Dani e a Carol. Fazia uma cara que eu não via as duas. Fomos no shopping, em livrarias, e numa feira de antigüidades. Ou diversidade. Não sei bem, porque tinha coisas antigas mas tavam fazendo também um fuzuê sobre o movimento GLBT! Ah, esqueci de dizer, pude vislumbrar rapidamente a tão famosa Livraria Cultura da Paulista. Não entrei pra conhecer nem nada (preciso de muito tempo pra isso), mas senti o que querem dizer quando me falam dela.

A Paulista é realmente encantadora né? Caracas, não é à toa que ela é um dos principais cartões postais da cidade. Tudo de bom.
Em meio aos 18 milhões de pessoas que existem na Terra da Garoa, encontramos um cara que faz História com a gente, perto do metrô. De novo aquelas coincidências malucas, e o lance das 500 pessoas que o Gabriel comentou nesse post. É assustador.

De volta pra casa, hora de tentar fazer os trabalhos (o de Metodologia e a prova de Brasil Colonial). Tá difícil; sem querer eu já entrei no espírito de férias. E é sério, quero que o pessoal do projeto ligue logo, porque a saudade de Lins tá me matando. Ao menos tenho o que esperar: sábado tem Festa Junina da ETL! (sim, eu me contento com pouco). Até mais, pessoinhas.

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