terça-feira, 20 de julho de 2010

Abracadabra

Às voltas com teosofia, mitologia, Rosa Cruz e tradução de artigos sobre a Judee. Há meses eu não sentava e gastava tempo com isso, e nem sei porque essa figura me interessa tanto! No fórum do Yahoo tava tendo uma discussão sobre a possibilidade de se fazer um filme sobre ela, e as opiniões ficaram bem divididas. No meu caso, é claro que eu gostaria de ver algo do tipo no cinema, mas admito que o grande público não iria gostar, compreender, ou sei lá. É absolutamente impensável uma produção hollywoodiana.

Mas quem sabe um filme B...

Anyway, é muita tragédia pra uma vida só, muitas decisões mal tomadas e falta de sorte. E ainda assim disso vieram músicas incrivelmente belas. A Judee, a despeito de todas as merdas que ela fez, tinha uma mente brilhante. Uma pena que não soube coordenar sua vida da mesma maneira que trabalhou com a música.

As letras me chamam atenção: quase nenhuma tem aquele tom romântico e meloso que 90% das músicas tem hoje em dia. É muita simbologia, muita doidera envolvida. Foi por isso que eu me apaixonei, eu acho. Sei lá. Não importa. Isso foi um post-flash só porque eu me empolgo quando volto a pesquisar sobre a Judee. Inté proceis.

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