quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Blá blá blá

Tá, consegui um pequeno progresso na minha jornada de busca por um emprego. Em dois lugares onde eu fui perguntar sobre trabalho pediram meu currículo. Eu entreguei e agora é esperar. Eu tô ligada que existe uma chance enorme de eles terem tacado o papel no lixo assim que eu virei as costas, mas ainda assim é um progresso.

O que tá me ferrando é o horário. Eu deveria ter me matriculado a noite... e por mais que a USP tenha pouquíssimas burocracias pra mudar de turno, eu posso acabar me ferrando fazendo isso. O Puntoni, pro exemplo, não dá aula a noite, então eu precisaria mudar de professor... e tem as aulas de Arqueologia Americana terça pela manhã. Queria ver logo esse lance de trabalho pra saber se eu tranco ela ou não.

É foda viu. Não sei muito o que fazer.

No mais, tou tentando me empenhar no estudo, de verdade. E tô conseguindo. Todos os textos da semana foram lidos, e o melhor de tudo é que eu tô conseguindo economizar nos xerox também. Fico procurando os livros na biblioteca, e só se eu não encontro mesmo eu tiro xerox.

Ontem foi a primeira aula do Puntoni. Ele é bom, ou então eu que tava num dia bom pra rpestar atenção. Depois da aula fui com as meninas na lanchonete da Letras... saudade que eu tava delas. Tagarelamos até escurecer.

Ah, segunda-feira fui conversar com um cara no Instituto de Biologia sobre um estágio em arqueologia brasileira. Seria show de bola, eu iria trabalhar com as peças vindas de campo (na região de Lagoa Santa-MG), fazer análise, catalogar e ler os textos. E ele disse que no futuro eu até poderia participar das excursões e dos trabalhos de campo! Só não é perfeito porque não remunerado. São só 10 horas semanais, praticamente 2 manhãs que eu apareço lá já tá bom, mas não vira. Eu tô acreditando mesmo que eu vou arranjar um emprego.

Tô numa daquelas semanas de altos e baixos, sabe? Tem horas que eu fico bem e leio os textos numa boa, acho que vai dar tudo certo. E tem horas que me bate uma melancolia profunda e eu me sinto extraordinariamente perdida.

C'est la vie, suponho. Até mais, pessoas.

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