segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Crayon Angel

Há exatamente 3 anos (12 de Outubro de 2006, sim) aconteceu uma coisa mágica.

Eu ouvi Jesus Was a Crossmaker pela primeira vez. Essa é a música da minha vida, a melodia que mais me encanta, a letra que mais me intriga, a voz que mais me fascina.

Foi num churrasco na casa de uns amigos dos meus pais. Feriadão e tal, e a gente sempre fazia churrasco lá. Eu tinha ganhado meu mp3 há pouco tempo, e tava sentadinha na sala, depois de comer um monte (como sempre), lendo revista e ouvindo as músicas que a minha amiga tinha me passado. Entre elas estava a trilha sonora de Tudo Acontece em Elizabeth Town.

O filme é legal, mas justamente a trilha sonora que tinha me encantado. E uma das músicas era justamente Jesus Was a Crossmaker, mas numa versão do The Hollies. O grande lance (mas grande mesmo, o glorioso acaso que tanto me favorece!) é que por algum engano a versão baixada que tava no meu mp3 era da Judee. Eu lembro certinho de quando começou a tocar. Meu Deus, aquela voz! O que era aquilo? Louco.

Repeti e repeti a música. A letra tava me intrigando demais: "Como assim, Jesus was a Crossmaker? É uma música gospel?". Jurei que pesquisaria na internet ao chegar em casa. Dito e feito, enquanto ouvia a música ininterruptamente fui pesquisando. Descobri o nome da compositora: Judee Sill. E descobri que a versão do meu mp3 era a cantada por ela, e não pelo The Hollies. Quem era essa mulher? O que ela tava querendo dizer com aquela letra?

E começou a obsessão, que eu não vou detalhar aqui. Passei longos meses depois disso pesquisando a vida dela, compulsivamente. Posso afirmar com uma certa segurança que li tudo o que tem sobre ela na net. Artigos, fóruns, notas, reportagens. Mesmo porque não tem muita coisa (aliás chega a ser frustrante a falta de informações). Vide a comunidade do Orkut: 30 e poucos membros.

Depois de muito filosofar finalmente comecei a compreender o que ela queria dizer. Era triste. Era melancólico. E depois tinha as outras músicas; um trabalho grande pra conseguir todas. E fui baixando aos poucos: e cada uma que eu baixava era uma nova paixão.

De tanto ouvir parecia realmente que eu conhecia a Judee. Impressão de que eu ouvia uma "amiga" cantar, uma coisa estranha (brega, talvez, mas se vocês entendessem...). Aí eu entrei em contato com um pessoal americano que teve a sorte de conhecê-la ou vê-la tocar ao vivo, pedi descrições detalhadas, salvei todas as fotos que encontrei, traduzi coisas. Quando fiquei sabendo que escreveram uma notinha sobre ela na revista Bizz fui no dia seguinte comprar.

Olha, não sei explicar. Desisto. 3 anos se passaram e eu ainda fico completamente embasbacada quando ouço Jesus Was a Crossmaker, ou qualquer outra música da Judee. Eventualmente, choro. Por ela, pela mídia idiota que não compreendeu aquela mente genial, por aquelas letras incrivelmente metafóricas. Se eu pudesse... se eu pudesse... sei lá.

"Judee, I love you. I hope you're in a better place now, where your music is enjoyed like it has to be. You may not have been a star to the rest of the world, but for me you were. And still are. Rest in peace, and keep lopin' along thru the cosmos."

sábado, 10 de outubro de 2009

Sweet Home

Ô glória que é voltar pra casa!

Acabei não vindo de ônibus, consegui carona com o meu primo. 40 mangos economizados!

Essa semana foi interessante. Coisas boas e ruins. Tenho que refazer meu fichamento de Metodologia, isso é triste. Vivendo e aprendendo. Em compensação fiz uma hora extra ontem e ganhei um 10 mangos de bônus pra gastar aqui nesse Lugar Incerto Não Sabido! É assim que as coisas andam.

Fui dormir 3 horas da madruga ontem (cheguei 1 e meia) e hoje acordei 8h pra aproveitar o dia. O céu tá azul, o dia tá quente, fui andar de bike, ver as ruas linenses. Almocei e agora tô aqui digerindo e tomando café. A noite tem festa de niver do meu vô.

O próximo post muito provavelmente vai ser no dia 12; e já adianto que será uma comemoração dos 3 anos desde que ouvi Jesus Was a Crossmaker. Foi um dia importante, sabe.

Agora vou-me, quero fazer muitas coisas ainda. Inté.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

De todas as coisas que eu quero fazer

Passagem comprada! Dia 9 de outubro, 17:15, plataforma 6, poltrona 10. A terrinha me espera, o lar doce lar, o cheiro de café fresco, os irmãos pentelhos, a varanda convidativa, os amigos, o truco, a sinuca, o meu lindo computador!

E a lista do que eu quero fazer nesses curtos 3 dias de folga que me aguardam:

-gravar um CD de músicas felizes pra ficar pulando no quintal
-reassistir Adoráveis Mulheres; tô com saudade desse filme
-ir tocar violão na praça da Auxiliadora
-ouvir meu novo LP dos Carpenters
-ir à festa de aniversário do meu vô
-assistir muito Friends
-levantar cedo pra ir andar de bike pela cidade
-internetar até dizer chega

...e não posso colocar muito mais do que isso porque o tempo é curto; já é ingenuidade da minha parte achar que conseguirei fazer tudo isso aí em cima. Mas enfim, é que a expectativa é grande, sabe.

Mas calma, hoje ainda é terça. Tô tri-cansada, fiquei lendo até depois da 1 da madruga ontem. Quero só ver agüentar a aula do Puntoni hoje... Té mais, pessoas.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Pausa

Como é bom, de vez em quando, parar de correr e ficar um pouco com nós mesmos. Há muito eu estava devendo um tempo pra mim (coisa de velho, eu sei).

E esse fim de semana foi assim: nerdeando, pensando na vida, desfrutando a minha própria companhia.

Consegui dar uma adiantada boa na minha vida acadêmica. No sábado terminei os fichamentos de Metodologia, agora só falta digitar. Pra distrair, assisti Friends (revigorante!) e reassisti (talvez pela terceira vez, não sei ao certo) aquele filme com a Drew Barrymore: Riding in Cars With Boys (Os Garotos da Minha Vida). Trilha sonora excelente, e a Drew tá muito bem.

Antes de dormir uma caneca de leite e umas páginas de Lya Luft. É, sim, eu li um livro dela. "Pensar é transgredir". É bom, sabe. Eu sei que há alguns anos eu torcia o nariz pra livros desse tipo, mas faz bem variar um pouco né. De fato, faz pensar, e veio a calhar nesse meu fim de semana alienado-solitário-filosófico-nerd.

No domingo... acordei devagar, li todo o dossiê da Guerra Civil Espanhola de uma revista que eu ganhei ainda na cama. Tomei um banho gelado e o resto do dia se resumiu a ler o texto de Ibérica dessa semana (que é um livro inteiro, by the way). Tá, ainda não terminei e tô longe de terminar, mas enfim. Li uns pedaços do livro do Celso Furtado também, que eu vou ter que fazer uma resenha.

Sexta agora volto pra terrinha, ô delícia! Se pá vou hoje mesmo comprar passagem, só tô esperando ver se consigo uma carona.

Por fim... um trecho interessante do livro citado nesse post:

"É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho. Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo - ou em trilhas determinadas - feito hâmsteres que se alimentam de sua própria agitação.

Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença.

(...)

O silêncio nos assusta por retumbar o vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas ou mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nõs mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo."
(Lya Luft, Um Pouco de Silêncio, Pensar é Transgredir)

Silêncio e solidão, de vez em quando, é muito bom.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Bom dia, dia!

Ae, o leite tá mais barato! (e por que eu tô dizendo isso aqui?) Não, é sério, mó feliz isso: comprei leite ontem por R$1,50!

Finalmente li Fernão Capelo Gaivota. É o livro mais metafórico que eu já vi na vida.

Ontem não teve aula, daí fui passear no Eldorado. Tava me devendo um passeio sem pressa por um shopping. Eu queria conhecer um novo, mas o tempo é curto e o Eldorado é mais perto... Comi um sanduíche no Carrefour, chequei a Saraiva, peguei uns marcadores. Daí fui estudar na praça de alimentação (sim, eu sou estranha.). Já disse mil vezes aqui no blog que eu gosto de clima de shopping, daí o estudo rendeu.

Quase perdi meu celular. Aliás, perdi mesmo, mas achei. Tive que ir lá no Serviço de Atendimento ao Consumidor, pra encontrá-lo embaladinho num saco plástico e já etiquetado. Nessas horas a gente vê que ter um celular velho e capenga acaba sendo bom... quem iria querer ficar com um dinossauro da LG?

Tá chegando o dia de eu ir pra Lins, genteeee! Ê beleza! Saudade absurrrda de lá.

Esse fim de semana não vou sair muito não (promessa!), preciso estudar, terminar os fichamentos do Zé Geraldo... Tô pensando só em ir passear em alguma feirinha, quem sabe. Na da Benedito Calixto que eu ainda não conheço, ou da Liberdade. Sei lá, coisa basiquinha. Mesmo porque preciso parar de gastar e começar a poupar se eu quiser tirar carta mesmo no final do ano.

Tô lendo Clarissa, do Erico Verissimo (ah, é difícil resistir a leituras além da história quando se trabalha num sebo!) e é impossível não lembrar dos textos sobre o subúrbio que eu lia no Garotas Que Dizem Ni. Da Mirtes e tal. Esse é o melhor blog que eu já vi na vida... pena que acabou. *Momento nostalgia*

Bah, deixa eu parar de divagar e voltar pra Terra. Até, pessoinhas. Nos vemos por aí.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

360km/h

Tá, deixa eu berrar isso logo pro mundo todo: eu vi a Fernanda Takai, a Zélia Duncan e o Frejat! De graaaaaaça! AAAAAAHHHHH!

Pronto, agora calma que o post vai ser longuíssimo e eu preciso começar do começo. Ou seja, de sexta-feira.

Conseguimos sair com a Aline na sexta a tarde, que milagre! Fomos naquele sebo da Consolação que eu falei no outro post. Finalmente esmiucei aquele lugar, e acabei comprando um LP dos Carpenters! O A Song For You (1972), ele é muito difícil de achar. Tá meio detonadinho e tal, mas tá valendo. Tô louca pra ir pra Lins ouvir logo. Músicas ótimas, incluindo uma das que eu maaaais gosto: Goodbye to Love.

Depois fomos tomar milk-shake e conhecer o Mackenzie. Ou, gostei hein! Por mais que eu ame a USP (e amo mesmo!), tenho que admitir que o Mackenzie tem mais cara de universidade, sei lá. Universidade americana... E aquela biblioteca, meu Deeeeeeus do céu, que perfect! É muito parecido com Hogwarts!

Enfim, daí de noitinha... tacos again! Da outra vez tinha faltado a Aline na sessão de confidências né. Agora sim, todos os podres estão revelados (nossa, quem vê, pensa que a gente é um bando de fugitivas da polícia né...).

Sábado... tirei um pedaço do dia pra estudar né. E lavar roupa, limpar meu quarto. Nada de mais. Daí depois a idéia era ir dormir na casa da Carol pra ir pro Ibirapuera no outro dia bem cedo e pegar lugar bom pra ver o show. Bom, eu fui na casa dela, mas depois de algumas horas de altas conversas filosóficas o Zé chegou e a gente saiu. Essas coisas de última hora assim são legais. Fomos numa baladinha anos 80 (perguntem pra Carol como foi que ela me convenceu a ir, até agora eu juro que não sei!) que de anos 80 tinha muito pouca coisa. Haha, mas valeu, foi divertido. Voltamos umas 4 e meia pra dormir umas horinhas e ir pro Ibira.

Que suplício é acordar cedo. Mas se eu soubesse que o dia seria tão perfeito como foi talvez eu nem mesmo tivesse dormido. O céu tava totalmente limpo, azul, um sol forte e quente, e com muito vento ("Praia de paulista é o Ibirapuera!")! Encontramos a Dani lá, brincamos no parquinho (como todo grupo de crianças felizes!), depois encontramos a Vivi e fomos lá sentar na graminha guardar lugar.

A Zélia Duncan e a Fernanda Takai deram as caras lá antes do show, conversaram um pouquinho com a platéia, foi ótimo. E de quebra, a Fernanda ainda cantou Trevo de Quatro Folhas! Nossa, pirei né! Essa música é uma gracinha.

Depois de muito show na cachola o show começou! Fernanda Takai primeiro. Ela cantou as músicas do CD solo dela, com regravações da Nara Leão e tal. Eu tenho esse CD baixado, ouvi muuuito. Cara, ela começou com Diz Que Fui Por Aí! Esgoelei até onde minha garganta agüentoooou! Aaaamo essa música!

"Tenho um violão pra me acompanhar / tenho muitos amigos, eu sou popular / tenho a madrugada como companheira"

Daí depois ainda cantou Odeon, outra que eu tenho paixãão, cantei tudinho e depois entrou a Zélia. Ah, elas cantaram de novo Trevo de Quatro Folhas, e juntas! Perfect, perfect! Enfim, daí a Zélia começou com Alma, se eu não me enagno. Essa música é boa demais. Mas é óóóbvio que eu tava esperando Catedral. Foi a última, e foi absolutamente sublime. Meu, vontade de sei lááá, eu fico muito louca nessas situações. Minha garganta já não era mais suficiente não! E ah, esqueci de comentar, todos tiveram que ver o show sentados. É uma crueldade, porque dá vontade de pular e tal. Ainda assim foi cômico a Zélia falar entre as músicas: "Vocês tão tão bonitinhos aí sentadinhos!".

Depois veio o Frejat e cantou Segredos, foi lindo. Cantou Amor Pra Recomeçar também, e Puro Êxtase! Daí depois os 3 cantaram Por Você. Tudo de bom! E aí seria o fim do show, mas nananina, as pessoas começaram a pedir "Mais um!!", o que é normal, mas adivinha quem levantou o povo? SIIIIM! Eu, Carol e Dani! Haha, acreditem ou não! Mágico, mágico.

E a saideira foi o auge, a apoteose, o clímax supremo: Exagerado! Daí o povo levantou mesmo, porque é impossível ouvir essa música sentado. Cara, a gente pulava tanto, berrava tanto! E aí acabou-se o que era doce.

Depois de encher as garrafas d'água e lavar o rosto fomos descansar embaixo de uma árvore no lago. Eu e a Carol caímos no sono, óbvio. Nossa, apaguei mesmo. Deve ter sido engraçado as duas deitadonas lá. Foi bom, deu pra recarregar, mesmo que tenha sido meio difícil acordar. E ainda tivemos pique pra ir até o shopping Tatuapé porque a Zélia Duncan ia dar outro show grátis por lá. Mas enfim, chegamos meio em cima da hora e tava tão cheio que nem ficamos. Desconto né, gente? Imagina a nossa cara, e o cansaço, e a necessidade de banho urgente. Enfim. Voltei pra casa rouca, toda queimada de sol, com a calça toda suja de terra, o cabelo zuado. Mas feliz.

E agora o título se explica. Esse fim de semana foi assim: 360km/h, sem parar, muitos bons momentos, muito "wow!". Termino com uma música do Alphaville que tocou na baladinha anos 80:

"Forever young, I want to be forever young!"
Amo vocês, meninas. Muito.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Eu me lembro...

...das aborrecidíssimas revisões de vogais do pré.

Me lembro do nosso Escort amarelo com teto solar.

Me lembro de ir fazer compras com a minha mãe na Casa Hirata, e de dar várias voltas no quarteirão até achar lugar pra estacionar.

Me lembro de umas férias tranqüilas e chuvosas em 2005, passadas na varanda de casa lendo e tomando chá.

E me lembro de outras férias, em 2007, passadas no computador pesquisando obsessivamente dados sobre a Judee.

Me lembro de torrar a paciência do meu pai pra gente ir andar de bike. Mas tinha que ser até o Xingu.

Me lembro da primeira vez que eu vi o primeiro livro do Harry. E da primeira vez que eu ouvi Jesus Was a Crossmaker.

Me lembro do meu primeiro dia sozinha em Londrina, e da saudade sufocante que eu senti de casa.

Me lembro de uma época em que eu ia nadar no Country quase toda noite com o meu pai e o Dé.

Me lembro de Natais, Páscoas e férias passadas na casa da minha vó Cida, quando os primos e tios se encontravam depois de meses sem se ver.

Aliás, me lembro da antiga casa da minha vó Cida.

Me lembro de inúmeros (mas inúmeros mesmo!) churrascos na fazenda da tia Márcia e do tio Zé, que invariavelmente se prolongavam e terminavam em pizza.

Me lembro de, nesses churrascos, jogar bétia, subir na árvore, tomar chá com bolachas a tarde, de jogar videogame e passear pela fazenda.

Me lembro de parar o que eu estivesse fazendo para ir ouvir minha mãe tocar violão. Beatles, Rita Lee, Elvis e muito mais...

Me lembro de quando eu ia brincar na casa do Piti e de quando ele vinha em casa. Lego e Mega Drive eram os campeões.

Me lembro de longas tardes passadas no sofá da sala, assistindo Discovery Kids e Nickelodeon. E Cartoon Network. E TV Cultura.

Me lembro de vários plantões de Matemática e Física, naquela sala quente e abafada do Objetivo.

Me lembro de quando eu usei o ICQ pela primeira vez, e de todos os amigos online que fiz depois disso. Época boa.

Me lembro dos sofridos dias de internet discada, de esperar ansiosamente chegar as 14h do sábado, pra então entrar na net e baixar músicas a 3kb/s.

Me lembro de incontáveis intervalos na escola jogando truco e outros jogos de baralho.

Me lembro de passar a aula toda combinando com meus amigos de se encontrar a tarde pra jogar joguinhos legais.

Me lembro da primeira vez que meu pai me levou pra dirigir.

Me lembro de passar tardes e tardes estudando história e biologia com a minha mãe.

Me lembro de assistir Disk MTV quando a apresentadora ainda era a Sara, e de ficar torcendo pra passar meus clipes favoritos.

Me lembro de madrugadas no Guarujá, assistindo Law and Order SVU e filmes legais com meus primos.

Me lembro da sensação angustiante que eu senti quando terminei de ler o último livro do Harry Potter.

Me lembro de quando eu conhecia todos os seriados que passavam na Warner e na Sony.

Me lembro de tudo isso. E sinto saudades.


De vez em quando me permito ser nostálgica e saudosista. Ainda que em excesso me faça mal, de vez em quando é um alívio pra alma.