Fui assistir a um filme brasileiro ontem, no CINUSP. O nome era Cinema, Aspirinas e Urubus. Se passa na época da Segunda Guerra. Um alemão fugindo dela vem pro Brasil vender aspirinas lá pelo Nordeste, mostrando vídeos do produto em cada cidade que passa. E um nordestino que quer ir pro Rio de Janeiro tentar a vida. Aí os dois viajam junto e enfim, não vou contar o filme todo aqui né. Mas achei bem legal, tem uns diálogos muito engraçados!
Nunca fui fã de cinema brasileiro, infelizmente admito que ainda tenho um preconceito em relação às nossas produções. Mas não tenho culpa se quase todos os filmes mostram sempre alguma coisa do tipo favela ou sertão. Eu sei que isso caracteriza bem o Brasil, mas ainda acredito que o cinema é mais lazer e diversão do que qualquer outra coisa, e pra ver miséria eu visito uma favela qualquer que tem por aí. Visão infantil ou ingênua, ok, mas só tô sendo sincera.
Nossa, o filme começou 19h, quando acabou tava meio tardinho já. Aí acabei gastando uns trocados pra pegar um ônibus que me deixa mais perto de casa. Ou melhor, peguei um ônibus que me faz andar por um caminho menos perigoso do que o comum. Não que eu tenha medo (sério, não tenho mesmo, deve ser porque nunca me aconteceu nada), mas acho melhor não dar bandeira né.
A aula de Brasil Colonial foi ótima! Aprendemos finalmente como analisar um documento primário. Cara, eu adoro aquele professor, ele fala muito bem. Explica os fenômenos de uma maneira muito compreensível, é claro, conciso. Eu prezo muito essas coisas, queria ser assim. Daí já peguei o próximo texto dele, é muito grande! Quero só ver... Mas eu dou conta. Por isso vou indo, pessoinhas. Depois a gente se fala.
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